Setor dos Materiais de Construção projetado para o futuro

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Setor dos Materiais de Construção projetado para o futuro

 

 

A totalidade do volume de negócios no setor vai ter crescimentos positivos e sustentáveis”. Foi com esta premissa que Manuel Nogueira, professor universitário, iniciou a sessão oficial do Comércio Digital, esta quarta-feira, integrada na Tektónica 2019, a maior feira da área da construção do nosso país.

 

Estes dados são relativos ao estudo “Os números do crescimento 2019-2021”, produzido pela APCMC - Associação Portuguesa dos Comerciantes de Materiais de Construção, parceria oficial do programa da ACEPI e da CCP.

 

“A construção é um setor fundamental na atividade económica de qualquer país”, referiu Pedro Mêda, professor da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), destacando que “a construção tem dificuldade em integrar conhecimento ao ritmo da evolução, sendo ainda um setor tradicional”, acrescentou.

Segundo o orador a construção é um setor “pouco tecnológico” e uma das maiores preocupações está relacionada com a entrada no digital.

 

A sessão prosseguiu com Johan Stevens, CEO da Sanitop, empresa sedidada no Norte do país e uma das mais relevantes da área, sob o tema “A digitalização dos processos no comércio dos materiais de construção”.

“No processo de digitalização, foquem-se no cliente, sempre”, defendeu o empresário.

 

“Na digitalização, ao aumentarmos a facilidade para o nosso cliente, aumentamos a complexidade para nós, mas não há outro caminho”, alertou e continuou: “essa ideia de long tail é o futuro, não pensem apenas nos websites ou em e-commerce, pensem em digitalizar os processos e isso vai aumentar a satisfação dos vossos clientes”, afirmou.

Para o administrador, “neste campo, não faz sentido o B2C ser mais profissional que o B2B”, revelou.

 

Segundo António Teixeira, coordenador do Programa Comércio Digital, num estudo realizado em conjunto pela ACEPI e pelo IDC (2018), “Os valores do comércio eletrónico B2C em Portugal ultrapassaram os 4,6 mil milhões de euros em 2017, um crescimento de 11,3% face a 2016” e em B2B “valores do comércio eletrónico em Portugal ultrapassaram os 70 mil milhões de euros em 2017, um crescimento de 11,1% face a 2016”.

Para o coordenador do programa da ACEPI, neste enquadramento sobre economia digital em Portugal e na Europa, a questão mais premente é: “será que não há interesse das empresas portuguesas de comércio e serviços em captar alguma parte destes valores globais?”

 

Tomás Capela Martins, empresário e consultor de Marketing Digital, prosseguiu com uma formação sobre como adquirir clientes na Internet e tirar o máximo partido das vantagens que o mundo online pode trazer às empresas.

 

No debate final, com parceiros e patrocinadores do programa da ACEPI, foram também discutidos temas como transportes e logística, sistemas de pagamento online, serviços de telecomunicações e Internet, bem como apresentados alguns casos de sucesso.

 

O programa Comércio Digital tem na estrada um Roadshow que está a percorrer o país, para realizar 150 sessões, com o objetivo de capacitar 50 mil micro, pequenas e médias empresas portuguesas, ajudando a colocar o seu negócio online.

 

Consulte a agenda atualizada do Roadshow e inscreva-se em: comerciodigital.pt/pt/roadshow/

 

08.05.2019

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